A noite me convida a contemplá-la
Os seus laços tendem a me prender
Como se eu pudesse moldá-la
Em uma nova forma de viver
E que os pensamentos me sussurrem
O quão bem traz o luar
Ainda que as estações mudem
O clarão da lua é o meu lugar
Na tua luz divina
Encontro uma paz celestial
Minh'alma ilumina
Em teu forte abraço fraternal
Querida confidente
Conhece do pequeno ao meu maior segredo
Quantas vezes finge-te indiferente?
Quantas vezes põe-te no horizonte mais cedo?
Ah! O que seria de mim
Sem a tua luz para me guiar
São tantas memórias sem fim
Me compreende sem nada perguntar
Muito eu fujo dos nossos princípios
Sombras se atravessam em meu caminho
Como tu percebes os indícios?
Removes com tamanha sabedoria esses espinhos
Arrependo-me de no passado distante
Desconhecer-te, ó doce lua
E se por vezes fui tão errante
Era buscando a ajuda tua
Sei que agora brilha em outras terras
E eu aqui afundado em nostalgia
Ao futuro declararei guerra
Se não puder te ver outro dia
Brilha lua! Brilha!
Traga felicidade à madrugada
Cuida das estrelas, tuas filhas
Pois vem vindo a alvorada...
Dedicada à Maikele Farias
Samuel Garcia
Piratini, 02/02/2013
sábado, 2 de fevereiro de 2013
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Com Esperança.
Aqui estou, voltado somente para ti
Pois se nos teus sonhos eu viajar
Buscarei aquilo que há muito inibi
E na inocência do teu sorriso irei me encantar
Em teu colo encontro meu leito
Adormeço com as tuas doces carícias
O coração a bater no teu peito
Usufrui ausência de quaisquer malícias
Oh! Sábia moça de espírito indomável
Como resistir aos teus encantos?
Em tuas lágrimas há um brilho impecável
Ao encarar à luz da noite aos prantos
No meu abraço tu encontras a salvação
Temo que nunca saberei teus medos
Distingues misericórdia e perdão
Respiras aflição no mundo dos teus segredos
Pelo caminho traços do teu véu
E a fragrância se vai com o vento
E o gosto dos teus lábios de mel
Efervesce esse lamento
Por que foges de mim?
Vens ficar do meu lado, sabes tão bem
Que jamais viste proteção assim
Repousada no meu peito
Dizes que é o paraíso e mais além
E como eu preciso de ti...
Sei que nos meus sonhos tu estarás
Olhando o horizonte com esperança
Na pureza de uma criança
Acredita que ali é o teu lugar
Até mesmo eu
Sinto uma paz como nunca senti
Vou ao infinito te buscar
Pouco importa como te alcançarei
Só quero mais uma vez
Nos meus braços te segurar
E uma vida para ti então viverei
Samuel Garcia
Piratini, 29/01/2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Céu de Remorsos.
Há muito vivo nas sombras de uma cruel verdade
Tão perturbadora, tão agonizante
Todas as noites, temíveis pesadelos
Que afetam meu âmago sem piedade
Jogado nos braços da solidão
À mercê da completa perdição
A estrela solitária
Jaz apagada no céu de remorsos
E o passado...
E as memórias...
Agora não posso manter
Não como outrora
Ah! A inescrupulosa traição do tempo
Já que há muito não vivo
Seu único propósito
Foi aumentar meu tormento
De todas as saídas que usei, ainda resta uma porta
Mas nada mais importa
A justiça será feita
Irei até a morte que me espreita
Acredito que não devia ter a audácia
Te chamar de “meu amor”
Quanta hipocrisia...
Tu devia nos últimos momentos
Se perguntado o porquê
Eu sei que as palavras não decifram
A incompreensão do mais belo sentimento
“Meu amor, eu não sei...”
É a única possível resposta
Nosso amor era tão único
Por dez dias, de chorar, não cessei
Pois o teu sangue fui eu que derramei
Samuel Garcia
Piratini, 23/01/2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Convicta.
Convicta tu és
Fala mais uma vez no meu ouvido
Tuas maravilhas de mulher
Como se eu houvesse esquecido
Ah! Me dê motivos para não te amar
Se entrega em corpo e alma nos meus braços
Tu és minha luz que não irá se apagar
A cada beijo mais inseparáveis nossos laços
Convicta, me diz
Se o céu sorri às flores
Se as bênçãos do arco-íris
Alegram todos os amores
Convicta, me sinta
Se o brilho do meu ser te conforta
Fogo ardente desta paixão infinda
Quão calor teu corpo suporta
Convicta, me queira
Como às nuvens o sol agrada
Lhe tenho como minha parceira
Aquela cuja qual é eterna amada
Convicta, me seduz
Como o mar convida as estrelas
No refletir da sua luz
Transformam um mundo todo ao vê-las
Sabes tão bem tua influência
Meu peito aquece, minha alma se agita
És digna da mais realçada decência
Sempre convicta
Samuel Garcia
Barrocão, 3º Distrito de Piratini, 19/01/2013
Fala mais uma vez no meu ouvido
Tuas maravilhas de mulher
Como se eu houvesse esquecido
Ah! Me dê motivos para não te amar
Se entrega em corpo e alma nos meus braços
Tu és minha luz que não irá se apagar
A cada beijo mais inseparáveis nossos laços
Convicta, me diz
Se o céu sorri às flores
Se as bênçãos do arco-íris
Alegram todos os amores
Convicta, me sinta
Se o brilho do meu ser te conforta
Fogo ardente desta paixão infinda
Quão calor teu corpo suporta
Convicta, me queira
Como às nuvens o sol agrada
Lhe tenho como minha parceira
Aquela cuja qual é eterna amada
Convicta, me seduz
Como o mar convida as estrelas
No refletir da sua luz
Transformam um mundo todo ao vê-las
Sabes tão bem tua influência
Meu peito aquece, minha alma se agita
És digna da mais realçada decência
Sempre convicta
Samuel Garcia
Barrocão, 3º Distrito de Piratini, 19/01/2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Meus Olhos.
Em minha busca árdua por aconchego
Decifro as mais belas canções de amor
Nos princípios do eterno sossego
Provo o doce néctar da linda flor
E que seja feita a vontade dos ventos
Que tragam além da brisa um sorriso
Tal que unifique todos os sentimentos
Para viver e sentir tão magnífico regozijo
E se em um instante eu encontrar
O aconchego que tanto procuro
Meus olhos dirão para mim esperar
E ver no passado um futuro
O sol que desponta no horizonte
A lua que reflete no mar
A face que esconde
O mais sincero desejo de amar
Nos corações divididos
Arde no peito a chama incandescente
Entre os sonhos partidos
Perde sua força o espírito valente
Sinto no corpo a brisa a soprar
Sinto que no amor devo confiar
Meus olhos expõem a certeza
De um dia encontrar a amada princesa
Samuel Garcia
Barrocão, 3º Distrito de Piratini, 14/01/2013
Decifro as mais belas canções de amor
Nos princípios do eterno sossego
Provo o doce néctar da linda flor
E que seja feita a vontade dos ventos
Que tragam além da brisa um sorriso
Tal que unifique todos os sentimentos
Para viver e sentir tão magnífico regozijo
E se em um instante eu encontrar
O aconchego que tanto procuro
Meus olhos dirão para mim esperar
E ver no passado um futuro
O sol que desponta no horizonte
A lua que reflete no mar
A face que esconde
O mais sincero desejo de amar
Nos corações divididos
Arde no peito a chama incandescente
Entre os sonhos partidos
Perde sua força o espírito valente
Sinto no corpo a brisa a soprar
Sinto que no amor devo confiar
Meus olhos expõem a certeza
De um dia encontrar a amada princesa
Samuel Garcia
Barrocão, 3º Distrito de Piratini, 14/01/2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Aqui Perante a Mim.
Os mais profundos desejos
Podem ser a razão de viver
Numa escuridão frequentes lampejos
São incapazes de curar
A dor do maior sofrer
As tais palavras que ditei
Adentram na alma com força
Assim eu torturei
O doce amor da bela moça
Tenho minha escolha
Lutar ou desistir
Da árvore cai a folha
Sem ter para onde ir
O infinito azul do mar
Os raios do sol a brilhar
Me trazem recordações
E levam a um mundo de ilusões
O precioso canto das aves
Uma humilde melodia
Sozinho à tarde
Me afogo em lágrimas e melancolia
Oh! Meu Senhor!
Me mostre o que aconteceu
Será eu? A causa daquela dor?
Em um instante senti
Que algo em mim se perdeu
Não possuo a eloquência
Nossa história chegou ao fim
Resta a ingrata consequência
Aqui perante a mim
Samuel Garcia
Piratini, 08/01/2013
Podem ser a razão de viver
Numa escuridão frequentes lampejos
São incapazes de curar
A dor do maior sofrer
As tais palavras que ditei
Adentram na alma com força
Assim eu torturei
O doce amor da bela moça
Tenho minha escolha
Lutar ou desistir
Da árvore cai a folha
Sem ter para onde ir
O infinito azul do mar
Os raios do sol a brilhar
Me trazem recordações
E levam a um mundo de ilusões
O precioso canto das aves
Uma humilde melodia
Sozinho à tarde
Me afogo em lágrimas e melancolia
Oh! Meu Senhor!
Me mostre o que aconteceu
Será eu? A causa daquela dor?
Em um instante senti
Que algo em mim se perdeu
Não possuo a eloquência
Nossa história chegou ao fim
Resta a ingrata consequência
Aqui perante a mim
Samuel Garcia
Piratini, 08/01/2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Eu Mal Sabia.
Alma que se afoga em um mar de desilusões
Coração que vorazmente palpita
Percorrendo nos meus sonhos várias dimensões
Uma realidade que em mim já habita
É aqui que agora vivo
Felicidade é o único objetivo
E quando lembro dos momentos difíceis
Vejo que muito pecou meu alento
Estive em uma terra seca e sem vento
Batalhando de faca uma chuva de mísseis
Era lá que outrora eu vivia
Tanta infelicidade... eu mal sabia...
Queria um ombro amigo
Chamava por alguém
Desejo imensurável de fugir desse castigo
Eu não me importava
Fosse a morte ou mais além
O otimismo me fitava com desdém
A perdição era o que meu peito proclamava
Era lá que outrora eu vivia
Tanta infelicidade... eu mal sabia...
Vagava por estradas tortuosas
Nada restava a mim
Medo indescrítivel...
O frio afago da condenação
A minha palidez de marfim
Por que é tão suscetível?
É tarde para implorar perdão
Incontáveis crueldades, traições sigilosas...
Era assim que eu vivia
Tanta infelicidade... eu mal sabia...
Vi uma intensa luz
E desde então aqui estou
Uma terra de amor e paz
Será que do fatídico destino fui poupado?
Meu passado hediondo ficou para trás
Irei mudar meu futuro
Serei leal e generoso
Tudo que outrora não fui capaz
Saborearei os mais belos prazeres do mundo
Pela primeira vez na vida terei gozo
É assim que agora vivo
Tanta felicidade... agora eu sei
Samuel Garcia
Piratini, 04/01/2013
Coração que vorazmente palpita
Percorrendo nos meus sonhos várias dimensões
Uma realidade que em mim já habita
É aqui que agora vivo
Felicidade é o único objetivo
E quando lembro dos momentos difíceis
Vejo que muito pecou meu alento
Estive em uma terra seca e sem vento
Batalhando de faca uma chuva de mísseis
Era lá que outrora eu vivia
Tanta infelicidade... eu mal sabia...
Queria um ombro amigo
Chamava por alguém
Desejo imensurável de fugir desse castigo
Eu não me importava
Fosse a morte ou mais além
O otimismo me fitava com desdém
A perdição era o que meu peito proclamava
Era lá que outrora eu vivia
Tanta infelicidade... eu mal sabia...
Vagava por estradas tortuosas
Nada restava a mim
Medo indescrítivel...
O frio afago da condenação
A minha palidez de marfim
Por que é tão suscetível?
É tarde para implorar perdão
Incontáveis crueldades, traições sigilosas...
Era assim que eu vivia
Tanta infelicidade... eu mal sabia...
Vi uma intensa luz
E desde então aqui estou
Uma terra de amor e paz
Será que do fatídico destino fui poupado?
Meu passado hediondo ficou para trás
Irei mudar meu futuro
Serei leal e generoso
Tudo que outrora não fui capaz
Saborearei os mais belos prazeres do mundo
Pela primeira vez na vida terei gozo
É assim que agora vivo
Tanta felicidade... agora eu sei
Samuel Garcia
Piratini, 04/01/2013
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